SANTA MISSA DE POSSE CANÔNICA
DO VIII BISPO DIOCESANO DE GRÃO-PARÁ
DOM PIETRO ROHR ALMEIDA
Presidência de Sua Emª Rev.mª, Dom Erick Breno Card. Bergóglio
Grão-Pará, 17 de maio de 2026

RECEPÇÃO DO BISPO NA PORTA DA IGREJA
O Bispo é recebido à porta da igreja catedral pela primeira dignidade do cabido, ou, não havendo cabido, pelo reitor da mesma igreja, coberto de pluvial. Este lhe apresenta o Crucifixo a ser beijado, e a seguir o aspersório da água benta, como o qual o Bispo asperge a si mesmo e aos presentes. Depois, convém seja conduzido à capela do Santíssimo Sacramento, que adora, de joelhos, por alguns momentos. Em seguida, vai para a sacristia, onde o mesmo Bispo, presbíteros concelebrantes, diáconos e demais ministros se paramentam para a Missa, que será celebrada segundo o rito estacional.
ENTRADA
Chegando ao altar e feito a devida reverência, beija-o em sinal de veneração e, se por oportuno, incensa-o. Em seguida, todos dirigem-se às cadeiras.
Terminado o canto de entrada, toda a assembléia, de pé, faz o sinal da cruz, enquanto o cardeal diz:
Pres.: Em nome do Pai ✠ do Filho e do Espírito Santo.
Ass.: Amém.
O cardeal, voltado para o povo e abrindo os braços, saudáveis:
Pres.: A paz esteja convosco.
Ass.: Bendito seja Deus que nos reunimos no amor de Cristo.
LEITURA DA BULA DE NOMEAÇÃO
O chanceler então vai ao ambão e lê a bula de nomeação do novo arcebispo enviada pelo Papa através da Nunciatura Apostólica:
BENEDICTUS EPISCOPVS,
SERVVS SERVORVM DEI.
ao dileto irmão Pietro Rohr Almeida, até então
Bispo auxiliar da Diocese de Pilar, eleito Bispo Diocesano de Grão Pará, Saúde e Bênção Apostólica.
“Manete in dilectione mea!”
(Jo 15,9)
A Igreja de Cristo, sustentada pelo Espírito do Senhor e edificada sobre o firme fundamento dos Apóstolos, requer em cada tempo pastores diligentes e prudentes, capazes de conduzir o Povo Santo de Deus com fidelidade doutrinal, ardor evangelizador e espírito de caridade pastoral.
Considerando a necessidade de prover um novo Pastor à Diocese de Grão Pará, que atualmente aguarda um Bispo idôneo para guiá-la com sabedoria e firmeza na fé, voltamos nosso olhar a quem, dentro dessa mesma Igreja particular, já demonstrou fidelidade ao Evangelho e dedicação ao rebanho de Cristo.
Sobressaem-se, assim, os vossos méritos, dileto irmão, que, exercendo o ofício de Bispo Auxiliar da Diocese de Pilar, se distinguiu pela profunda vida espiritual, prudência pastoral, zelo missionário e sincero amor ao povo confiado ao seu ministério.
Por isso, após ouvir o parecer do Dicastério para os Bispos e ponderar cuidadosamente suas qualidades, pela autoridade apostólica que exercemos como Sucessor do Bem-Aventurado Pedro, te NOMEAMOS e CONSTITUÍMOS Bispo da Diocese de Grão Pará, com todos os direitos, deveres e faculdades que o Direito Canônico confere aos legítimos Ordinários.
Exortamos o eleito a continuar servindo com a generosidade própria da espiritualidade inaciana, discernindo em tudo a vontade de Deus, guiando o clero com solicitude fraterna, fortalecendo as comunidades de vida consagrada e animando os fiéis leigos a viver com renovado ardor o compromisso missionário desta Diocese.
Confiamos seu ministério à proteção da Bem-Aventurada Virgem Maria, sob o título da Assunção, padroeira desta Diocese; e à intercessão de Santo Inácio de Loyola, para que sejas sempre pastor segundo o coração de Cristo, conduzindo esta amada Igreja particular na unidade, na fé e na caridade.
Datum Romae, apud Sanctum Petrum, die undetricesimo mensis Aprilis, anno Domini bis millesimo vicesimo sexto, secundo Pontificatus Nostri.
BENEDICTUS PP. VIII
O presidente da celebração pode dizer algumas palavras direcionadas ao Arcebispo que é apresentado, falando sobre o ministério episcopal, o pastoreio do bispo.
ENTREGA SIMBÓLICA DO BÁCULO E DA CÁTEDRA
Feito isso, Dom Erick entrega o báculo ao Bispo, levanta-se e assenta o Bispo em sua cátedra, permanecendo ao seu lado.
Dom Pietro Rohr senta-se e permanece na cátedra de onde presidirá a sagrada liturgia.
SAUDAÇÃO AO BISPO
Em seguida, de acordo com os costumes locais, o cabido e pelo menos parte do clero, e algumas autoridades e, se por oportuno, a autoridade civil porventura presente, aproxime-se do seu Bispo, para que eles manifestem obediências e respeito, seguindo a seguinte ordem:
Os membros do cabido, em seguida os membros do colégio dos consultores, os padres e em seguida os diáconos do clero metropolitano.
Após a saudação do clero ao novo arcebispo, o mesmo continua a presidir as celebrações.
Hino de Louvor
Quando for prescrito, canta-se ou recita-se em seguida o hino:
Glória a Deus nas alturas
e paz na terra aos homens por Ele amados.
Senhor Deus, Rei dos céus, Deus Pai todo-poderoso:
nós Vos louvamos,
nós Vos bendizemos,
nós Vos adoramos,
nós Vos glorificamos,
nós Vos damos graças, por vossa imensa glória.
Senhor Jesus Cristo, Filho Unigênito,
Senhor Deus, Cordeiro de Deus, Filho de Deus Pai:
Vós que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós;
Vós que tirais o pecado do mundo, acolhei a nossa súplica;
Vós que estais à direita do Pai, tende piedade de nós.
Só Vós sois o Santo;
só Vós, o Senhor;
só Vós, o Altíssimo, Jesus Cristo;
com o Espírito Santo na glória de Deus Pai. Amém
ORAÇÃO DO DIA
Terminado o hino, de mãos unidas, o celebrante diz:
Pres.: Oremos.
E todos oram em silêncio, por algum tempo.
Então o celebrante abrindo os braços reza a oração;
Ó Deus, na presença dos Apóstolos,
vosso Filho hoje subiu ao céu.
Concedei, nós vos pedimos,
que, segundo a sua promessa,
ele esteja sempre conosco na terra,
e nós mereçamos viver com ele no céu.
Ele, que é Deus, e convosco vive e reina,
na unidade do Espírito Santo,
por todos os séculos dos séculos.
Ao terminar, o povo aclama:
Ass.: Amém.
PRIMEIRA LEITURA
Jesus foi levado aos céus, à vista deles.
Leitura dos Atos dos Apóstolos 1,1-11
No meu primeiro livro, ó Teófilo,
já tratei de tudo o que Jesus fez e ensinou, desde o começo,
até ao dia em que foi levado para o céu,
depois de ter dado instruções pelo Espírito Santo,
aos apóstolos que tinha escolhido.
Foi a eles que Jesus se mostrou vivo
depois da sua paixão, com numerosas provas.
Durante quarenta dias, apareceu-lhes
falando do Reino de Deus.
Durante uma refeição, deu-lhes esta ordem:
"Não vos afasteis de Jerusalém,
mas esperai a realização da promessa do Pai,
da qual vós me ouvistes falar:
'João batizou com água;
vós, porém, sereis batizados com o Espírito Santo,
dentro de poucos dias'".
Então os que estavam reunidos perguntaram a Jesus:
"Senhor, é agora que vais restaurar
o Reino em Israel?"
Jesus respondeu:
"Não vos cabe saber os tempos e os momentos
que o Pai determinou com a sua própria autoridade.
Mas recebereis o poder do Espírito Santo
que descerá sobre vós, para serdes minhas testemunhas
em Jerusalém, em toda a Judeia e na Samaria,
e até os confins da terra".
Depois de dizer isso, Jesus foi levado ao céu, à vista deles.
Uma nuvem o encobriu,
de forma que seus olhos não mais podiam vê-lo.
Os apóstolos continuavam olhando para o céu,
enquanto Jesus subia.
Apareceram então dois homens vestidos de branco,
que lhes disseram: "Homens da Galileia,
por que ficais aqui, parados, olhando para o céu?
Esse Jesus que vos foi levado para o céu,
virá do mesmo modo como o vistes partir para o céu".
Ao final acrescenta:
Leitor: Palavra do Senhor.
Todos aclamam:
Ass.: Graças a Deus.

SALMO RESPONSORIAL
(Sl 46(47),2-3.6-7.8-9 (R.6))
R. Por entre aclamações Deus se elevou,
o Senhor subiu ao toque da trombeta.
— Povos todos do universo, batei palmas, gritai a Deus aclamações de alegria! Porque sublime é o Senhor, o Deus Altíssimo, o soberano que domina toda a terra. R.
—Por entre aclamações Deus se elevou, o Senhor subiu ao toque da trombeta. Salmodiai ao nosso Deus ao som da harpa, salmodiai ao som da harpa ao nosso Rei! R.
—Porque Deus é o grande Rei de toda a terra, ao som da harpa acompanhai os seus louvores! Deus reina sobre todas as nações,
está sentado no seu trono glorioso. R.
SEGUNDA LEITURAE o fez sentar-se à sua direita nos céus.
Leitor: Leitura da Carta de São Paulo aos Efésios.
O Deus de nosso Senhor Jesus Cristo,
o Pai a quem pertence a glória,
vos dê um espírito de sabedoria
que vo-lo revele e faça verdadeiramente conhecer.
Que ele abra o vosso coração à sua luz,
para que saibais
qual a esperança que o seu chamamento vos dá,
qual a riqueza da glória
que está na vossa herança com os santos,
e que imenso poder ele exerceu
em favor de nós que cremos,
de acordo com a sua ação e força onipotente.
Ele manifestou sua força em Cristo,
quando o ressuscitou dos mortos
e o fez sentar-se à sua direita nos céus,
bem acima de toda a autoridade, poder, potência,
soberania ou qualquer título que se possa nomear
não somente neste mundo, mas ainda no mundo futuro.
Sim, ele pôs tudo sob os seus pés e fez dele,
que está acima de tudo, a Cabeça da Igreja,
que é o seu corpo,
a plenitude daquele que possui a plenitude universal.
Ao final acrescenta:
Leitor: Palavra do Senhor.
Todos aclamam:
Ass.: Graças a Deus.
ACLAMAÇÃO DO EVANGELHO
(Mt 28,19a.20b)
℟. Aleluia, Aleluia, Aleluia.
Ide ao mundo, ensinai aos povos todos;
convosco estarei, todos os dias,
até o fim dos tempos, diz Jesus.
Enquanto isso, o bispo, coloca incenso no turíbulo. O diácono que vai proclamar o Evangelho, inclinando-se diante do bispo, pede a benção em voz baixa:
Diac.: Dá-me a tua bênção.
O bispo diz em voz baixa:
Pres.: O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho ✠ e do Espírito Santo.
O diácono responde:
Diac.: Amém.
(Mt 28,16-20)
O diácono ou o sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos ministros com o incenso e as velas, e diz:
Diác. ou Sac.: O Senhor esteja convosco.
Ass.: Ele está no meio de nós.
O diácono, ou o padre, fazendo o sinal da cruz no livro e, depois, na fronte, na boca e no peito, diz:
Diac. ou Sac.: Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, ✠ segundo Mateus.
Ass.: Glória a vós, Senhor.
Então o diácono ou o sacerdote, se por oportuno, incenso o livro e proclama o Evangelho.
Diac. ou Sac.: Naquele tempo, Os onze discípulos foram para a Galileia, ao monte que Jesus lhes tinha indicado. Quando viram Jesus, prostraram-se diante dele. Ainda assim alguns duvidaram. Então Jesus aproximou-se e falou: "Toda a autoridade me foi dada no céu e sobre a terra. Portanto, ide e fazei discípulos meus todos os povos, batizando-os em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo, e ensinando-os a observar tudo o que vos ordenei! Eis que eu estarei convosco todos os dias, até ao fim do mundo".
Terminando o Evangelho, o diácono ou sacerdote diz:
— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor.
O diácono então leva o livro dos Evangelhos para o bispo, então o bispo o beija o livro, rezando em silêncio:
Pelas palavras do Santo Evangelho sejam perdoados os nossos pecados.
Nos domingos e festas de preço, faça-se a homilia, também pode-se fazer nós outros dias.
PROFISSÃO DE FÉ
Terminada a homilia, seja feita, quando prescrita, a profissão de fé.
Pres.: Professemos a nossa fé.
Ass.: Creio em Deus Pai todo-poderoso, criador do céu e da terra; e em Jesus Cristo, seu único Filho, nosso Senhor;
(Todos se inclinam)
que foi concebido pelo poder do Espírito Santo; nascido na Virgem Maria,
(Todos se levantam)
sofreu sob Pôncio Pilatos, foi crucificado morto e sepultado; desceu à mansão dos mortos; ressuscitou ao terceiro dia; subiu aos céus, está assentado à direita de Deus Pai todo-poderoso, onde há de vir a julgar os vivos e os mortos; Creia no Espírito Santo, na santa Igreja Católica, na comunhão dos santos, na remissão dos pecados, na ressurreição da carne, na vida eterna. Amém.
OFERTA
Convém que os fiéis manifestem a sua participação, trazendo o pão e o vinho para a celebração da Eucarística, ou outros dons para o auxílio da comunidade e dos pobres.
O padre, de pé, toma a patena com o pão e, elevando-a um pouco sobre o altar, reza em silêncio:
Bendito seja, senhor, Deus do universo, pelo pão que recebeu da Vossa Senhoria, fruto da terra e do trabalho humano: que agora vos apresentais e que para nós se vai tornar Pão da vida.
Se não houver canto ao ofertório o povo acrescenta a aclamação:
Ass.: Bendito seja Deus para sempre!
Em seguida, coloca a patena com o pão sobre o corpo. O diácono ou o sacerdote derrama vinho e um pouco d´água no cálice, rezando em silêncio:
Pelo mistério dessa água e desse vinho podemos participar da ilusão de seu Filho, que se dignai a assumir nossa humanidade.
Em seguida, o sacerdote toma o cálice e, elevando-o um pouco sobre o altar, reza em silêncio:
Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo vinho que recebeste da vossa graça, fruto da videira e do trabalho humano: que agora vos apresentais e que para nós se vai tornar vinho da salvação.
Ass.: Bendito seja Deus para sempre!
Coloca o cálice sobre o corpo.
O sacerdote, inclinado, reza em silêncio:
De coração contrito e humilde, sejamos, Senhor, acolhidos por vós; e seja o nosso sacrifício de tal modo oferecido que vos agrade, Senhor, nosso Deus.
Se for oportuno, incenso como oferendas e o altar. Depois o diácono ou o ministro incensou o sacerdote e o povo.
O sacerdote, de pé, ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio:
Lavai-me, Senhor, das minhas faltas e purificai-me dos meus pecados.
ORAÇÃO SOBRE AS OFERENDAS
No meio do altar e voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, o sacerdote diz:
Pres.: Orai, irmãos e irmãs, para que o meu e vosso sacrifício sejam aceitos por Deus Pai todo-poderoso.
Ass.: Receba o Senhor por suas mãos este sacrifício, para glória do seu nome, para nosso bem e de toda a sua santa Igreja.
Em seguida, abrindo os braços, o sacerdote reza a oração sobre as oferendas:
Pres.: Senhor, na festa da venerável ascensão do vosso Filho nós vos apresentamos humildemente este sacrifío. Concedei que, por este intercâmbio de dons, sejamos elevados às realidades do céu. Por Cristo, nosso Senhor.
O povo aclama:
Ass.: Amém.
PREFÁCIO
(O mistério da Ascensão)
V. O Senhor esteja convosco.
R. Ele está no meio de nós.
V. Corações ao alto.
R. O nosso coração está em Deus.
V. Demos graças ao Senhor, nosso Deus.
R. É nosso dever e nossa salvação.
Na verdade, é digno e justo,
é nosso dever e salvação dar-vos graças,
sempre e em todo lugar,
Senhor, Pai santo,
Deus eterno e todo-poderoso.
Pois o Senhor Jesus, Rei da glória,
vencedor do pecado e da morte,
ante os Anjos maravilhados,
subiu (hoje) ao mais alto dos céus,
constituído Mediador entre Deus e a humanidade,
Juiz do mundo e Senhor do universo.
Ele, nossa cabeça e princípio, nos precedeu,
não para afastar-se de nossa humildade,
mas para dar a nós, membros do seu corpo,
a confiança de um dia o seguirmos.
Por isso, transbordando de alegria pascal,
exulta a criação por toda a terra;
também as Virtudes celestes e as Potestades angélicas
proclamam um hino à vossa glória,
cantando (dizendo) a uma só voz:
Santo, Santo, Santo,
Senhor, Deus do universo!
O céu e a terra proclamam a vossa glória.
Hosana nas alturas!
Bendito o que vem em nome do Senhor!
Hosana nas alturas!
ORAÇÃO EUCARÍSTICA I
O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Pai de misericórdia, a quem sobem nossos louvores, suplicantes, vos rogamos e pedimos por Jesus Cristo, vosso Filho e Senhor nosso,
une as mãos e traça o sinal da cruz, ao mesmo tempo sobre o pão e o cálice, dizendo:
que aceiteis e abençoeis + estes dons, estas oferendas, este sacrifício puro e santo,
de braços abertos, prossegue:
que oferecemos, antes de tudo, pela vossa Igreja santa e católica: concedei-lhe paz e proteção, unindo-a num só corpo e governando-a por toda a terra, em comunhão com vosso servo o Papa Bento, e comigo vosso indigno servo, e todos os que guardam a fé católica que receberam dos Apóstolos.
1C Lembrai-vos, ó Pai,
dos vossos filhos e filhas N. N.
une as mãos e reza em silêncio por aqueles que quer recordar.
De braços abertos, prossegue:
e de todos os que circundam este altar, dos quais conheceis a fé
e a dedicação ao vosso serviço.
★ Por eles nós vos oferecemos
e também eles vos oferecem
este sacrifício de louvor
por si e por todos os seus,
e elevam a vós as suas preces,
Deus eterno, vivo e verdadeiro,
para alcançar o perdão de suas faltas, a segurança em suas vidas
e a salvação que esperam.
"Infra actionem"
2C: Em comunhão com toda a Igreja,
celebramos o dia santíssimo
em que nosso Senhor, vosso Filho unigênito,
elevou à vossa direita na glória
a nossa frágil natureza humana.
Veneramos em primeiro lugar
a memória da Mãe de nosso Deus e Senhor Jesus Cristo,
a gloriosa sempre Virgem Maria, a de seu esposo São José, e também a dos Santos Apóstolos e Mártires: Pedro e Paulo, André, Tiago e João, Tomé, Tiago e Filipe, Bartolomeu e Mateus, Simão e Tadeu, Lino, Cleto, Clemente, Sisto, Cornélio e Cipriano, Lourenço e Crisógono, João e Paulo, Cosme e Damião e a de todos os vossos Santos. Por seus méritos e preces concedei-nos sem cessar a vossa proteção. Por Cristo, nosso Senhor. Amém.
O sacerdote, com os braços abertos, continua:
Pres.: Aceitai, ó Pai, com bondade, a oblação dos vossos servos e de toda a vossa família; dai-nos sempre a vossa paz, livrai-nos da condenação eterna e acolhei-nos entre os vossos eleitos.
Une as mãos.
Por Cristo, nosso Senhor. Amém.
Estendendo as mãos sobre as oferendas, diz:
Pres.: Dignai-vos, ó Pai, aceitar, abençoar e santificar estas oferendas; recebei-as como sacrifício espiritual perfeito, a fim de que se tornem para nós o Corpo e o Sangue de vosso amado Filho, nosso Senhor Jesus Cristo.
Une as mãos.
O relato da instituição da Eucaristia seja proferido de modo claro e audível, como requer a sua natureza.
Na véspera de sua paixão,
toma o pão e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:
ele tomou o pão em suas santas e veneráveis mãos,
eleva os olhos,
elevou os olhos ao céu, a vós, ó Pai todo-poderoso, pronunciou a bênção de ação de graças, partiu o pão e o deu a seus discípulos.
Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena e genuflete em adoração.
Então prossegue:
Do mesmo modo, no fim da ceia,
toma o cálice nas mãos e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:
ele tomou este precioso cálice em suas santas e veneráveis mãos, pronunciou novamente a bênção de ação de graças e o deu a seus discípulos.
Mostra o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal e genuflete em adoração.
Em seguida, diz:
Pres.: Mistério da fé!
A assembleia aclama:
℟.: Anunciamos, Senhor, a vossa morte e proclamamos a vossa ressurreição. Vinde, Senhor Jesus!
O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Celebrando, pois, a memória da bem-aventurada paixão do vosso Filho, da sua ressurreição dentre os mortos e gloriosa ascensão aos céus, nós, vossos servos, e também vosso povo santo, vos oferecemos, ó Pai, dentre os bens que nos destes, o sacrifício puro, santo e imaculado, Pão santo da vida eterna e Cálice da perpétua salvação. Recebei, ó Pai, com olhar benigno, esta oferta, como recebestes os dons do justo Abel, o sacrifício de nosso patriarca Abraão e a oblação pura e santa do sumo sacerdote Melquisedeque.
Une as mãos e, inclinando-se, diz:
Pres.: Suplicantes, vos pedimos, ó Deus onipotente, que esta nossa oferenda seja levada à vossa presença, no altar do céu, pelas mãos do vosso santo Anjo, para que todos nós, participando deste altar pela comunhão do santíssimo Corpo e Sangue do vosso Filho,
ergue-se e faz sobre si o sinal da cruz, dizendo:
sejamos repletos de todas as graças e bênçãos do céu.
Une as mãos.
Por Cristo, nosso Senhor. Amém.
Memento dos mortos.
De braços abertos, diz:
3C: Lembrai-vos, ó Pai, dos vossos filhos e filhas N. N. que nos precederam com o sinal da fé e dormem o sono da paz.
Une as mãos e, em silêncio, reza brevemente pelos defuntos que deseja recordar.
De braços abertos, prossegue:
A eles, e a todos os que descansam no Cristo, concedei o repouso, a luz e a paz.
Une as mãos.
Por Cristo, nosso Senhor. Amém.
Bate no peito, dizendo:
4C: E a todos nós pecadores,
e, de braços abertos, prossegue:
que esperamos na vossa infinita misericórdia, concedei, não por nossos méritos, mas por vossa bondade, o convívio dos Apóstolos e Mártires: João Batista e Estêvão, Matias e Barnabé, (Inácio, Alexandre, Marcelino e Pedro, Felicidade e Perpétua, Águeda e Luzia, Inês, Cecília, Anastácia) e de todos os vossos Santos.
Une as mãos.
Por Cristo, nosso Senhor.
E prossegue:
Por ele não cessais de criar, santificar, vivificar, abençoar estes bens e distribuí-los entre nós.
Ergue a patena com a hóstia e o cálice, dizendo:
Pres.: Por Cristo, com Cristo, e em Cristo, a vós, Deus Pai todo-poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda honra e toda glória, por todos os séculos dos séculos.
A assembleia aclama:
℟.: Amém.
RITO DA COMUNHÃO
Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o sacerdote diz unindo as mãos:
Pres.: O banquete da Eucaristia é sinal de reconciliação e vínculo de união fraterna. Unidos como irmãos e irmãs,
rezemos, juntos, como o Senhor nos ensinou:O sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:
Ass.: Pai nosso que está nos céus, santificado seja o nosso nome; venha a nós o seu reino, seja feito a sua vontade, assim na terra como no céu; o pão nosso de cada dia nos daí hoje, perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido, e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.
O sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:
Pres.: Livrai-nos de todos os homens, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados por sua misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto aguardamos a feliz esperança e a vinda de nosso Salvador, Jesus Cristo.
Ó sacerdote, une as mãos. O povo conclui a oração aclamando:
Ass.: Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre!
O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:
Pres.: Senhor Jesus Cristo, disseste aos teus Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima a tua Igreja; dê-lhe, de acordo com seu desejo, paz e unidade.
O sacerdote une as mãos e conclui:
Vós, que é Deus, com o Pai e o Espírito Santo.
O povo responde:
Ass.: Amém.
O sacerdote, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:
Pres.: A paz do Senhor esteja sempre convosco.
O povo responde:
Ass.: O amor de Cristo nos uniu.
FRAÇÃO DO PÃO
Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio:
Pres.: Esta união do Corpo e do Sangue de Jesus, o Cristo e Senhor nosso, que vamos receber, nos sirva para a vida eterna.
Enquanto isso, canta-se:
Agnus Dei
Qui tollis peccata mundi,
Miserere nobis
Agnus Dei
Qui tollis peccata mundi
Miserere nobis
Agnus Dei
Qui tollis peccata mundi
Dona nobis pacem.
Essas palavras podem ser repetidas várias vezes, se uma fração do pão se prolongar. Contudo, na última vez se diz: daí-nos a paz.
Ó sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio:
Pres.: Senhor Jesus Cristo, o vosso Corpo e o vosso Sangue, que vamos receber, não se tom causa de juízo e opiniões; mas, por sua espera, seja sustento e remédio para minha vida.
O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia, elevando-a sobre a patena, diz em voz alta, voltado para o povo:
Pres.: Provai e vede como o Senhor é bom; feliz de quem nele encontra seu refúgio. Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
E acrescenta, com o povo, uma vez:
Ass.: Senhor, eu não sou digno(a)de que entreis em minha morada, mmas dizei uma palavra e serei salvo(a)
ORAÇÃO DEPOIS DA COMUNHÃO
Em pé, ao lado da cadeira ou do altar, o bispo diz:
Pres.: Oremos.
E todos, com o presidente, rezam algum tempo de silêncio, se ainda não o fez. Em seguida o sacerdote abrindo os braços diz a oração:
Deus eterno e todo-poderoso, que nos concedeis conviver na terra com os mistérios divinos, fazei que nossos corações se voltem com fervor para o alto,
onde está, junto de vós, a nossa natureza humana. Por Cristo, nosso Senhor.
O povo aclama:
Ass.: Amém.
Se for necessário, faça-se breves comunicações ao povo.
LEITURA DA ATA DE POSSE
Após a pós-oração-comunhão, o Chanceler Arquidiocesano, ou um outro presbítero nomeado, lê a Ata da Posse.
DIOCESE DE GRÃO PARÁ
CÚRIA DIOCESANA
ATA DE POSSE DO OITAVO BISPO DIOCESANO DE GRÃO PARÁ
Prot. Nº 038/2026
Aos dizessete dias do mês de maio do ano de dois mil e vinte e seis, às 21h30 horas, na Catedral Nossa Senhora da Graça, Sé Diocesana, sob a presidência de sua Eminência Reverendíssima Dom Erick Breno Card Bergóglio (Arcebispo Metropolitano do Ceará) na presença dos senhores cardeais e bispos, dos sacerdotes do clero Diocesano da Diocese de Grão-Pará, demais sacerdotes convidados e incardinados a diversas dioceses de nossa comunidade, na presença também de diversos religiosos e religiosas, autoridades civis e militares e do povo de Deus, foi apresentado e empossado o VIII Bispo Diocesano de Grão Pará , o Ex.mo e Rev.mo DOM PIETRO ROHR ALMEIDA. No início da cerimônia, o Eminentíssimo Dom Erick Breno apresentou algumas palavras sobre o pastoreio do Bispo em meio ao povo de Deus. Em seguida entregou o báculo ao novo Bispo como símbolo do seu ministério pastoral, bem como deu a posse da cátedra ao novo Bispo de onde presidirá toda a nossa comunidade eclesial Diocesana. A recepção calorosa como de costume, tendo a recepção calorosa por parte do colégio dos consultores, dos membros do clero e das autoridades civis e militares de nossa Diocese. Ao final da celebração o Bispo empossado agradeceu a acolhida e carinho do clero, dos religiosos e do povo. Nada mais tendo a tratar eu, Monsenhor Luiz Henrique, CCSh, lavrei a presente ata que após lida será por mim assinado e também pelo Bispo empossado, por todos os Eminentíssimos cardeais, Excelentíssimos senhores bispos e arcebispos o colégio dos consultores e todos os demais sacerdotes presentes , representantes dos fiéis leigos e da vida consagrada.
Dado e passado em Grão-Pará, aos 17 dias do mês de maio, do ano de dois mil e vinte e seis sobre as nossas armas e da chancelaria.
✠ PIETRO ROHR ALMEIDA
Bispo Diocesano
Mons. Luiz Henrique, CCSh
Chanceler
Assinam a presente ata as seguintes testemunhas
BÊNÇÃO FINAL
(SOLENE)
Pres.: O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
Pres.: Abençoe-vos o Deus todo-poderoso,
cujo Filho Unigênito hoje subiu ao mais alto dos céus,
e vos abriu o caminho para onde ele mesmo está.— Amém.
Pres.: Deus vos conceda que o Cristo,
assim como se manifestou aos discípulos após a ressurreição, vos apareça em sua eterna benevolência quando vier para o julgamento.— Amém.
Pres.: E vós, crendo que o Cristo está sentado com o Pai em sua glória, possais experimentar, conforme sua promessa, a alegria de permanecer com ele até o fim dos tempos.
— Amém.
Pres.: E a bênção de Deus todo-poderoso,
Pai ✠ e Filho ✠ e Espínto Santo ✠,desça sobre vós e permaneça para sempre.— Amém.
O diácono diz:
— Glorificai o Senhor com as vossas vidas. Ide em paz e o Senhor vos acompanhe
— Graças à Deus
Então o sacerdote beija o altar em sinal de veneração, como no início. Feita a devida reverência, retira-se com os ministros.
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