Livreto | Santa Missa | Encerramento da Festa de São José 2026


 ENTRADA

Reunido o povo, o sacerdote dirige-se com os ministros ao altar, enquanto se executa o canto de entrada.

Chegando ao altar, faz com os ministros uma profunda inclinação, beija o altar em sinal de veneração e, se for oportuno, incensa a cruz e o altar. Depois se dirige com os ministros à cadeira. Terminado o canto de entrada, o sacerdote e os fiéis, todos de pé, fazem o sinal da cruz, enquanto o sacerdote, voltado para o povo, diz:

Eis o servo fiel e prudente, a quem o Senhor confiou a sua família. (Cf. Lc 12, 42) 

Pres.: Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.

O povo responde:

Amém.

 Em seguida, o sacerdote, abrindo os braços, saúda o povo com a seguinte fórmula:

 A graça e a paz daquele que é, que era e que vem, estejam convosco. (Ap 1, 8)

 O sacerdote, diácono ou outro ministro poderá, com brevíssimas palavras, introduzir os fiéis na Missa do dia.

ATO PENITENCIAL

Pres.: O Senhor Jesus, que nos convida

à mesa da Palavra e da Eucaristia,n os chama a segui-lo fielmente. Reconheçamos ser pecadores e invoquemos com confiança a misericórdia do Pai.

Então entoa-se o ato penitencial ou reza.

Após um momento de silêncio, usa-se a seguinte fórmula:


O sacerdote diz:

Confessemos os nossos pecados:

Todos:

Confesso a Deus todo-poderoso e a vós, irmãos e irmãs, que pequei muitas vezes por pensamentos e palavras, atos e omissões, 

e, batendo no peito, dizem:

por minha culpa, minha culpa, minha tão grande culpa,

Em seguida, continuam:

E peço à Virgem Maria, aos Anjos e Santos e a vós, irmãos e irmãs, que rogueis por mim a Deus, nosso Senhor.

Segue-se a absolvição sacerdotal:

Pres.: Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna.

O povo responde:

Amém.

HINO DE LOUVOR

Quando for prescrito, canta-se ou recita-se em seguida o hino:

Glória a Deus nas alturas,

e paz na terra aos homens por Ele amados.

Senhor Deus, rei dos céus,

Deus Pai todo-poderoso.

Nós vos louvamos,

nós vos bendizemos,

nós vos adoramos,

nós vos glorificamos,

nós vos damos graças

por vossa imensa glória.

Senhor Jesus Cristo, Filho Unigênito,

Senhor Deus, Cordeiro de Deus,

Filho de Deus Pai.

Vós que tirais o pecado do mundo,

tende piedade de nós.

Vós que tirais o pecado do mundo,

acolhei a nossa súplica.

Vós que estais à direita do Pai,

tende piedade de nós.

Só Vós sois o Santo,

só vós, o Senhor,

só vós, o Altíssimo,

Jesus Cristo,

com o Espírito Santo,

na glória de Deus Pai.

Amém.

9. Terminado o hino, de mãos unidas, o sacerdote diz:

Oremos.

E todos oram com o sacerdote, por algum tempo, em silêncio.

Então o sacerdote, de braços abertos, profere a oração Coleta;

COLETA 

Pres.: Deus todo-poderoso, na aurora dos novos tempos, confiastes a São José o cuidado dos mistérios da salvação humana; por sua intercessão, concedei à vossa Igreja conservá-los fielmente e levá-los à plenitude. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.

LITURGIA DA PALAVRA 

(Primeira Leitura — 2Sm 7, 4-5a. 12-14a. 16)

O leitor se dirige ao ambão e diz:

Leitor: Leitura do Segundo Livro de Samuel

Naqueles dias, a Palavra do Senhor foi dirigida a Natã nestes termos: “Vai dizer ao meu servo Davi: ‘Assim fala o Senhor: Quando chegar o fim dos teus dias e repousares com teus pais, então, suscitarei, depois de ti, um filho teu, e confirmarei a sua realeza. Será ele que construirá uma casa para o meu nome, e eu firmarei para sempre o seu trono real. a Eu serei para ele um pai e ele será para mim um filho. Tua casa e teu reino serão estáveis para sempre diante de mim, e teu trono será firme para sempre.

— Palavra do Senhor.

Graças a Deus.

SALMO RESPONSORIAL 

 (Sl 144(145), 8-9. 13cd-14. 17-18 (R. 8a)

. Misericórdia e piedade é o Senhor.

Misericórdia e piedade é o Senhor, ele é amor, é paciência, é compaixão. O Senhor é muito bom para com todos, sua ternura abraça toda criatura. ℟.

— O Senhor é amor fiel em sua palavra, é santidade em toda obra que ele faz. Ele sustenta todo aquele que vacila e levanta todo aquele que tombou. .

— É justo o Senhor em seus caminhos, é santo em toda obra que ele faz. Ele está perto da pessoa que o invoca, de todo aquele que o invoca lealmente. ℟.

ACLAMAÇÃO DO EVANGELHO 

℟. Louvor e glória a ti, Senhor, Cristo, Palavra de Deus!

℣. Felizes os que habitam vossa casa, para sempre eles hão de vos louvar! ℟.

EVANGELHO 

 Mt 1, 16. 18-21. 24a

℣. O Senhor esteja convosco.

℟. Ele está no meio de nós.

. Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus 

. Glória a vós, Senhor.

Então o diácono ou o sacerdote, se for o caso, incensa o livro, e proclama o Evangelho.

Jacó gerou José, o esposo de Maria, da qual nasceu Jesus, que é chamado o Cristo. 18A origem de Jesus Cristo foi assim: Maria, sua mãe, estava prometida em casamento a José, e, antes de viverem juntos, ela ficou grávida pela ação do Espírito Santo. 19José, seu marido, era justo e, não querendo denunciá-la, resolveu abandonar Maria, em segredo. 20Enquanto José pensava nisso, eis que o anjo do Senhor apareceu-lhe, em sonho, e lhe disse: “José, Filho de Davi, não tenhas medo de receber Maria como tua esposa, porque ela concebeu pela ação do Espírito Santo. Ela dará à luz um filho, e tu lhe darás o nome de Jesus, pois ele vai salvar o seu povo dos seus pecados”. 24aQuando acordou, José fez conforme o anjo do Senhor havia mandado.

Palavra da Salvação.

Glória a vós, Senhor.

Depois beija o livro, dizendo em silêncio:

Pelas palavras do santo Evangelho sejam perdoados os nossos pecados.

PROFISSÃO DE FÉ

 Em seguida, faz-se a homilia, que compete ao sacerdote ou diácono; ela é obrigatória em todos domingos e festas de preceito e recomendada também nos outros dias.

Terminada a homilia, quando prescrito, canta-se ou recíta-se o símbolo ou profissão de fé:

No lugar do símbolo niceno-constantinopolitano, pode-se usar, sobretudo nos tempos da Quaresma e da Páscoa, a profissão de fé batismal da Igreja Romana, o assim chamado símbolo dos Apóstolos:

Creio em Deus Pai todo-poderoso, Criador do céu e da terra. E em Jesus Cristo, seu único Filho, nosso Senhor, (Às palavras seguintes, até Virgem Maria, todos se inclinam.) que foi concebido pelo poder do Espírito Santo, nasceu da Virgem Maria, padeceu sob Pôncio Pilatos, foi crucificado, morto e sepultado, desceu à mansão dos mortos, ressuscitou ao terceiro dia, subiu aos céus, está sentado à direita de Deus Pai todo-poderoso, donde há de vir a julgar os vivos e os mortos. Creio no Espírito Santo, na Santa Igreja Católica, Na comunhão dos Santos, remissão dos Pecados e na vida eterna. Amém.

 Em seguida, canta-se a ladainha de São José.

LADAINHA DE SÃO JOSÉ 

Santa Maria, rogai por nós.

São José, rogai por nós.

Ilustre filho de Davi, rogai por nós.

Luz dos Patriarcas, rogai por nós.

Esposo da Mãe de Deus, rogai por nós.

Casto guarda da Virgem, rogai por nós.

Sustentador do Filho de Deus, rogai por nós.

Zeloso defensor de Jesus Cristo, rogai por nós.

Chefe da Sagrada Família, rogai por nós.

José justíssimo, rogai por nós.

José castíssimo, rogai por nós.

José prudentíssimo, rogai por nós.

José fortíssimo, rogai por nós. 

José obedientíssimo, rogai por nós.

José fidelíssimo, rogai por nós.

Espelho de paciência, rogai por nós.

Amante da pobreza, rogai por nós.

Modelo dos trabalhadores, rogai por nós.

Honra da vida de família, rogai por nós.

Guarda das virgens, rogai por nós.

Sustentáculo das famílias, rogai por nós.

Alívio dos miseráveis, rogai por nós.

Esperança dos doentes, rogai por nós.

Patrono dos moribundos, rogai por nós.

Terror dos demônios, rogai por nós.

Protetor da Santa Igreja, rogai por nós.

V. Rogai por nós Glorioso São José.

R. Para que sejamos dignos das promessas de Cristo.

LITURGIA EUCARÍSTICA

OFERTÓRIO 

Inicia-se o canto da preparação das oferendas, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho, o cálice, a pala e o Missal.

 Convém que os fiéis expressem sua participação trazendo uma oferenda, seja pão e vinho para a celebração da Eucaristia, seja outro donativo para auxílio da comunidade e dos pobres.

O sacerdote, de pé junto ao altar, recebe a patena com o pão em suas mãos e, levantando-a um pouco sobre o altar, diz em silêncio:

Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo pão que recebemos de vossa bondade, fruto da terra e do trabalho humano, que agora vos apresentamos, e para nós se vai tornar pão da vida.

Em seguida, coloca a patena com o pão sobre o corporal.

Se o canto da preparação das oferendas não continuar, o sacerdote poderá recitar em voz alta as palavras acima, e o povo acrescentar a aclamação:

Bendito seja Deus para sempre!

 O diácono ou o sacerdote coloca o vinho e um pouco d água no cálice, rezando em silêncio:

Pelo mistério desta água e deste vinho possamos participar da divindade do vosso Filho, que se dignou assumir a nossa humanidade.

 Em seguida, o sacerdote recebe o cálice em suas mãos e, elevando-o um pouco sobre o altar, diz em silêncio:

Bendito sejais, Senhor, Deus do universo,pelo vinho que recebemos de vossa bondade, fruto da videira e do trabalho humano, que agora vos apresentamos, e que para nós se vai tornar vinho da salvação.

Coloca o cálice sobre o corporal.

Se o canto da preparação das oferendas não continuar, o sacerdote poderá recitar em voz alta as palavras acima, e o povo acrescentar a aclamação:

Bendito seja Deus para sempre!

Em seguida o sacerdote, profundamente inclinado, reza em silêncio:

De coração contrito e humilde, sejamos, Senhor, acolhidos por vós; e seja o nosso sacrifício de tal modo oferecido que vos agrade, Senhor, nosso Deus.

 E, se for oportuno, incensa as oferendas, a cruz e o altar. Depois, o diácono ou outro ministro incensa o sacerdote e o povo.

Em seguida, o sacerdote, de pé ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio:

Lavai-me, Senhor, de minhas faltas e purificai-me do meu pecado.

Estando, depois, no meio do altar e voltado para o povo, o sacerdote estende e une as mãos e diz:

Pres.: Orai, irmãos e irmãs, para que, trazendo ao altar as alegrias e fadigas de cada dia, nos disponhamos a oferecer um sacrifício aceito por Deus Pai todo-poderoso.

O povo se levanta e responde:

Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para glória do seu nome,para nosso bem e de toda a sua santa Igreja.

Em seguida, abrindo os braços, o sacerdote profere a oração sobre as oferendas;  

Senhor, assim como são José se dedicou com amor e fidelidade ao serviço do vosso Filho unigênito, nascido da Virgem Maria, fazei que também nós sirvamos de coração puro aos mistérios do vosso altar. Por Cristo, nosso Senhor.

 Ao terminar, o povo aclama:

Todos: Amém.

ORAÇÃO EUCARÍSTICA

 Começando a Oração Eucarística, o sacerdote abre os braços e diz ou canta:

PREFÁCIO 

A missão de São José

V. O Senhor esteja convosco.
R. Ele está no meio de nós.
V. Corações ao alto.
R. O nosso coração está em Deus.
V. Demos graças ao Senhor, nosso Deus.
R. É nosso dever e nossa salvação.

Na verdade, é digno e justo,
é nosso dever e salvação dar-vos graças,
sempre e em todo lugar,
Senhor, Pai santo,
Deus eterno e todo-poderoso,
e na solenidade de São José
louvar, bendizer e proclamar
vossa grandeza.


Ele, homem justo,
dado por esposo à Virgem Mãe de Deus,
servo fiel e prudente,
foi posto à frente da vossa família
para cuidar como pai do vosso Filho Unigênito,
concebido pelo poder do Espírito Santo,
Jesus Cristo, Senhor nosso.

Por ele, os Anjos vos louvam,
as Dominações vos adoram,
as Potestades vos reverenciam;
os céus e as Forças celestes,
com os beatos Serafins,
unidos e exultantes vos celebram.
Concedei, também a nós,
associar-nos a seus louvores,
cantando (dizendo) a uma só voz:

Santo, Santo, Santo,
Senhor, Deus do universo!
O céu e a terra proclamam a vossa glória.
Hosana nas alturas!
Bendito o que vem em nome do Senhor!
Hosana nas alturas! 



ORAÇÃO EUCARÍSTICA III

O sacerdote, de braços abertos, diz:

Pres.: Na verdade, vós sois Santo, ó Deus do universo, e tudo o que criastes proclama o vosso louvor, porque, por Jesus Cristo, vosso Filho e Senhor nosso, e pela força do Espírito Santo, dais vida e santidade a todas as coisas e não cessais de reunir para vós um povo que vos ofereça em toda parte, do nascer ao pôr do sol, um sacrifício perfeito.

Une as mãos e, estendendo-as sobre as oferendas, diz:

Pres.: Por isso, ó Pai, nós vos suplicamos: santificai pelo Espírito Santo as oferendas que vos apresentamos para serem consagradas

une as mãos e traça o sinal da cruz, ao mesmo tempo, sobre o pão e o cálice, dizendo:

a fim de que se tornem o Corpo e o Sangue de vosso Filho, nosso Senhor Jesus Cristo,

Une as mãos

que nos mandou celebrar estes mistérios.

A assembleia aclama:

  Todos: Enviai o vosso Espírito Santo!

O relato da instituição da Eucaristia seja proferido de modo claro e audível, como requer a sua natureza.

Na noite em que ia ser entregue,

toma o pão e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:

Jesus tomou o pão, pronunciou a bênção de ação de graças, partiu e o deu a seus discípulos, dizendo:

inclina-se levemente

TOMAI, TODOS, E COMEI: ISTO É O MEU CORPO, QUE SERÁ ENTREGUE POR VÓS.

Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena e genuflete em adoração.

Então prossegue:

Do mesmo modo, no fim da ceia,

toma o cálice nas mãos e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:

ele tomou o cálice em suas mãos, pronunciou a bênção de ação de graças, e o deu a seus discípulos, dizendo:

inclina-se levemente

TOMAI, TODOS, E BEBEI: ESTE É O CÁLICE DO MEU SANGUE,O SANGUE DA NOVA E ETERNA ALIANÇA, QUE SERÁ DERRAMADO POR VÓS E POR TODOS PARA REMISSÃO DOS PECADOS. FAZEI ISTO EM MEMÓRIA DE MIM.

Mostra o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal e genuflete em adoração.

Em seguida, diz: 

Mistério da fé e do amor!

     A assembleia aclama:

    Todas as vezes que comemos deste pão

   e bebemos deste cálice,

    anunciamos, Senhor, a vossa morte,

    enquanto esperamos a vossa vinda!


O sacerdote, de braços abertos, diz:

Pres.: Celebrando agora, ó Pai, o memorial da paixão redentora do vosso Filho, da sua gloriosa ressurreição e ascensão ao céu, e enquanto esperamos sua nova vinda, nós vos oferecemos em ação de graças este sacrifício vivo e santo.

    A assembleia aclama:

    Aceitai, ó Senhor, a nossa oferta!

Pres.: Olhai com bondade a oblação da vossa Igreja e reconhecei nela o sacrifício que nos reconciliou convosco; concedei que, alimentando-nos com o Corpo e o Sangue do vosso Filho, repletos do Espírito Santo, nos tornemos em Cristo um só corpo e um só espírito.

   A assembleia aclama:

    O Espírito nos una num só corpo!

1C Que o mesmo Espírito faça de nós uma eterna oferenda para alcançarmos a herança com os vossos eleitos: a santíssima Virgem Maria, Mãe de Deus, São José, seu esposo, os vossos santos Apóstolos e gloriosos Mártires, e todos os Santos, que não cessam de interceder por nós na vossa presença.

   A assembleia aclama:

 Fazei de nós uma perfeita oferenda!

2C Nós vos suplicamos, Senhor, que este sacrifício da nossa reconciliação estenda a paz e a salvação ao mundo inteiro. Confirmai na fé e na caridade a vossa Igreja que caminha neste mundo  com vosso servo o Papa Bento e o nosso Bispo Victor, seu auxiliar João com os bispos do mundo inteiro, os presbíteros e diáconos, os outros ministros e o povo por vós redimido.

     A assembleia aclama:

   Lembrai-vos, ó Pai da vossa Igreja! 

3C Acolhei com bondade no vosso reino os nossos irmãos e irmãs que partiram desta vida e todos os que morreram na vossa amizade. Unidos a eles, esperamos também nós saciar-nos eternamente da vossa glória,

une as mãos

por Cristo, Senhor nosso. Por ele dais ao mundo todo bem e toda graça.

Ergue a patena com a hóstia e o cálice, dizendo:

Pres.: Por Cristo, com Cristo e em Cristo, a vós, Deus Pai todo-poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda honra e toda glória, por todos os séculos dos séculos.

     A assembleia aclama:

    Amém.

RITO DA COMUNHÃO 

Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o sacerdote diz, de mãos unidas:

Pres.: Guiados pelo Espírito de Jesus e iluminados pela sabedoria do Evangelho, ousamos dizer:

O sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:

Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu; o pão nosso de cada dia nos dai hoje; perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido; e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.

O sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:

Pres.: Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto aguardamos a feliz esperança e a vinda do nosso Salvador, Jesus Cristo.

O sacerdote une as mãos.

O povo conclui a oração, aclamando:

Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre!

O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:

Pres.: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima vossa Igreja; dai-lhe segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.

O sacerdote une as mãos e conclui:

Vós, que sois Deus com o Pai e o Espírito Santo.

O povo responde:

Amém.

O sacerdote, voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:

A paz do Senhor esteja sempre convosco.

O povo responde:

O amor de Cristo nos uniu.


E, todos, segundo o costume do lugar, manifestam uns aos outros a paz, a comunhão e a caridade; o sacerdote dá a paz ao diácono e a outros ministros.

Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio:

Esta união do Corpo e do Sangue de Jesus, o Cristo e Senhor nosso, que vamos receber, nos faça participar da vida eterna.

Enquanto isso, canta-se ou recita-se:

Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.

Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.

Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, dai-nos a paz.

Essas palavras podem ser repetidas ainda mais vezes, se a fração do pão se prolongar. Contudo, na última vez se diz: dai-nos a paz.

Em seguida, o sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio:

Pres.: Senhor Jesus Cristo, Filho do Deus vivo, que, cumprindo a vontade do Pai e agindo com o Espírito Santo, pela vossa morte destes vida ao mundo, livrai-me por este vosso santíssimo Corpo e Sangue dos meus pecados e de todo mal; dai-me cumprir sempre a vossa vontade e jamais separar-me de vós.

O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia na mão e, elevando-a um pouco sobre a patena ou sobre o cálice, diz em voz alta, voltado para o povo:

Pres.: Eu sou o Pão vivo, que desceu do céu: se alguém come deste Pão, viverá eternamente.

Eis o Cordeiro de Deus,
que tira o pecado do mundo.

E acrescenta, com o povo, uma só vez:
Senhor, eu não sou digno(a)
de que entreis em minha morada,
mas dizei uma palavra e serei salvo(a).


O sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio:

Que o Corpo de Cristo
me guarde para a vida eterna.
E reverentemente comunga o Corpo de Cristo.
Depois, segura o cálice e reza em silêncio:

Que o Sangue de Cristo
me guarde para a vida eterna.
E reverentemente comunga o Sangue de Cristo.

Em seguida, toma a patena ou o cibório, aproxima-se dos que vão comungar e mostra a hóstia um pouco elevada a cada um deles, dizendo:

o Corpo de Cristo.
O que vai comungar responde:

Amém.
E comunga.

O diácono ou o ministro extraordinário da distribuição da sagrada Comunhão, ao distribuir a sagrada Comunhão, procede do mesmo modo.
Se houver Comunhão sob as duas espécies, observe-se o rito prescrito na Instrução Geral sobre o Missal Romano, n. 281-287.
Enquanto o sacerdote comunga o Corpo de Cristo, inicia-se o canto da Comunhão.
Terminada a Comunhão, o sacerdote, o diácono ou acólito purifica a patena e o cálice.

Enquanto se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio:

Fazei, Senhor,
que conservemos num coração puro
o que a nossa boca recebeu.
E que esta dádiva temporal
se transforme para nós em remédio eterno.

Então o sacerdote pode voltar à cadeira. É aconselhável guardar algum tempo de silêncio sagrado ou proferir um salmo ou outro cântico de louvor.

Em seguida, junto ao altar ou à cadeira, o sacerdote, de pé, voltado para o povo, diz de mãos unidas:

Oremos.

E todos, com o sacerdote, rezam algum tempo em silêncio, se ainda não o fizeram. Em seguida, o sacerdote, de braços abertos, profere a oração Depois da comunhão.

Senhor, que na solenidade de São José alimentastes neste altar a vossa família,defendei-a sempre com a vossa proteção e conservai nela os vossos dons. Por Cristo, nosso Senhor.

Ao terminar, o povo aclama:

Amém.


RITOS FINAIS

Se necessário, façam-se breves comunicações ao povo.

Em seguida, faz-se a despedida. O sacerdote, voltado para o povo, abre os braços e diz:

Pres.: O Senhor esteja convosco.

O povo responde: 

Ele está no meio de nós.

Deus, nosso Pai, que hoje nos reuniu para celebrar
a festa de São José, padroeiro de nossa paróquia,
vos abençoe, vos proteja de todo o mal,
e vos confirme na sua paz.
R. Amém.

O Cristo Senhor,
que manifestou em São José,
a força renovadora da Páscoa,
vos torne testemunhas do seu Evangelho.
R. Amém.

O Espírito Santo,
que em São José,
nos ofereceu um sinal da caridade divina,
vos torne capazes de criar na Igreja
uma verdadeira comunhão de fé e amor.
R. Amém.

E a bênção de Deus todo-poderoso,
Pai e Filho  e Espírito Santo ,
desça sobre vós e permaneça para sempre.
R. Amém.

Entoa-se o hino de São José.

Em seguida despede o povo, dizendo:  

A alegria do Senhor seja a vossa força; ide em paz e o Senhor vos acompanhe.

Graças a Deus!

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